Dez estilos. Um padrão.
Todo filme passa pelo mesmo caminho — conceito, quadro, movimento, acabamento. O estilo muda conforme a peça. A direção e o padrão de entrega, nunca. É o que faz dez estilos diferentes parecerem a mesma assinatura.
Os quatro passos
Conceito
Referência, roteiro e direção de arte. Antes de qualquer frame, a peça já tem tom, ritmo e intenção definidos.
Frames
Quadros-chave compostos e curados à mão. Cada plano é uma decisão de enquadramento, luz e cor — não um acaso.
Movimento
Animação dirigida: câmera, acting e cadência. O corte responde à trilha; nada se mexe sem motivo.
Acabamento
Grau de cor, desenho de som e corte final. É aqui que a peça vira cinema.
Uma linguagem para cada história.
Antes de virar campanha, cada estética nasce como estudo. Stop-motion, 2D, CG, guache, vitral, noir — a linguagem muda a cada peça; a direção e o acabamento, nunca.
Um banco de frames antes de um único segundo de vídeo.
Cada peça nasce de dezenas de quadros aprovados um a um. O movimento só começa quando o frame está certo — luz, cor e composição travados.
Todo filme abre do mesmo jeito.
O diretor é o Rocky.
O cão-diretor em massinha é o Rocky — cachorro do João, que viveu com a família de 2005 a 2019. Lindo, amado por todos, vivia atrás de uma bola. Hoje ele abre cada filme da casa, eternizado em claymation: o nosso diretor.
Doze segundos, trilha própria, sempre na frente: o nome "Cinematik Studios" atravessa oito mundos tipográficos até travar no logo — stop-motion, morph e tipografia animada num único plano.
Rocky · 2005 – 2019 · nosso diretor







Um personagem, todos os planos.
Antes de animar, o personagem é fixado: feição, material e silhueta. É o que mantém a continuidade plano a plano — o mesmo rosto em qualquer ângulo, em qualquer mundo.
“Plano fechado, hora dourada, luz de recorte atrás do sujeito; lente longa, profundidade rasa; cor quente nas altas, sombra fria; movimento contido — a câmera respira, não corre.”